TJMT cria Comissão de Consciência Socioambiental

Em cumprimento à Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que dispõe sobre políticas públicas voltadas à sustentabilidade no Poder Judiciário, a Coordenadoria de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) se reuniu na manhã desta quinta-feira (26 de fevereiro) para compor a Comissão de Consciência Socioambiental que visa o desenvolvimento de projetos de cunho socioambiental, ações de economia de recursos e aproximação da Justiça com a sociedade.

Muitas ações já vinham sendo executadas pelo TJMT, como a implementação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) e das lixeiras de coleta seletiva na sede, no anexo da instituição e também no Fórum da Capital. Para a gerente da Comissão, Priscilla Daleffe, as campanhas de conscientização e mensuração do uso de telefone e energia elétrica devem ser fortalecidas. “Temos ações para cumprir em curto, médio e longo prazo. Queremos que essa prática se torne permanente e habitual para todos os membros do Judiciário”.

A Comissão, por enquanto formada por doze membros, visa a partir de agora, por meio de um alinhamento estratégico ao PJMT 2015-2020, levantar dados relativos a gastos com produtos e serviços que deverão ser informados periodicamente ao CNJ, preocupando-se com a qualidade do gasto público e com o uso de recursos naturais e bens públicos, desde as compras sustentáveis, passando pela sensibilização e capacitação dos servidores, até a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

“Sinto boa vontade e grande interesse do atual presidente, desembargador Paulo da Cunha, nas questões socioambientais. O mundo está em um processo de economia de água, energia e papel e é de bom tom que o Tribunal de Mato Grosso esteja em sintonia com essa tendência”, afirmou Ademar Pereira da Silva, membro da Comissão de Obras e Racionalização do TJMT.

Segundo Ivone Leite Moreira Moura, assistente social da Comissão Estadual Judiciária de Adoção, a expectativa em relação aos trabalhos da comissão é muito grande. “Já desenvolvemos vários projetos sociais na Ceja e com a Comissão podemos unificar os esforços dos setores para ampliarmos os trabalhos e atendermos as expectativas do CNJ”.

Entre os pontos incluídos no escopo mínimo que deve ser executado na gestão do biênio 2015/2016 estão a reciclagem e o reaproveitamento de papel, copos plásticos e papel reciclado, a troca das lâmpadas de LED atualmente utilizadas por outras mais econômicas, a adoção de coleta seletiva de resíduos e a adesão às campanhas informativas e sociais nacionais. “Tudo que é coletado nas entidades públicas deve ser destinado para cooperativas, promovendo a inclusão social e a geração de renda em cumprimento à legislação”, pontuou Priscilla Daleffe.

A partir das próximas semanas, a gerente informa que a coleta de papel e papelão seletivos vai ser retomada no TJMT em todos os setores da instituição. Quem quiser participar da Comissão pode entrar em contato por meio do e-mail priscilla.daleffe@tjmt.jus.br.

Fabiana Gil/Fotos: Adilson Cunha

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