Promotoria de Justiça leva projeto O que você tem a ver com a Corrupção para mais de 4.800 cidadãos

21/09/2016 – A Promotoria de Justiça Eleitoral de Nova Mutum está realizando o projeto “O que você tem a ver com a corrupção”. Com viés educativo, a iniciativa busca conscientizar a sociedade através do incentivo a honestidade e transparência das atitudes do cidadão comum. A campanha busca chamar a atenção para pequenos atos rotineiros de desonestidade que contribuem para a formação do caráter. A ideia nasceu da crença de que a transformação ocorre pela educação e a conscientização é o caminho para um Brasil mais justo e honesto, pois a sociedade muda, quando os indivíduos que nela vivem mudam.

O projeto, também, vislumbra ações de caráter preventivo e educativo que vêm sendo desenvolvidas perante a sociedade, trabalhando a problemática da corrupção a partir de soluções práticas.

Em Nova Mutum, a campanha está sendo desenvolvida pelo Ministério Público em parceria com representantes da UNEMAT, entidades associativas e igrejas. A Secretaria de Educação de Santa Rita do Trivelato também foi convidada a aderir a iniciativa.

Palestras sobre o tema estão sendo realizadas em escolas da região. Em um mês, a promotora de Justiça Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes, que nestas eleições atua no eleitoral, já ministrou 16 palestras para cerca de 4898 alunos.

“O objetivo é chamar a população para uma mudança de mentalidade e de realidade. Acreditamos ser possível lutar contra a corrupção sendo honestos, em todas as situações, em nosso dia a dia. Tivemos um retorno imediato da sociedade, que encampou a ideia apresentada pelo MP. Já falamos com mais de 4.800 pessoas e, até o final da campanha, a expectativa é atingir 5.500 cidadãos”, afirmou a promotora.

Além do objetivo preventivo por meio da educação, o projeto busca estimular a população a denunciar atos de corrupção, não importando o grau de lesão aos cofres públicos. Com isso, cria-se um canal direto entre a sociedade e o Ministério Público, facilitando a apuração das mencionadas condutas ilícitas.

Fonte: Ministério Público do Estado de Mato Grosso 

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