• 22 de abril de 2021

> População várzea-grandense debate “crimes ambientais”

Cerca de 100 pessoas participaram hoje (6), do evento na Câmara Municipal de Várzea Grande

 

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado estadual Pery Taborelli (PV), debateu com a sociedade nesta segunda-feira (6), em Audiência Pública na Câmara Municipal de Várzea Grande, Crimes Ambientais – Poluição Sonora e Perturbação ao Sossego Público.

O propositor da Audiência explicou que a poluição sonora acontece quando, num determinando ambiente, o som altera a condição normal de audição. O ruído é o maior responsável pela poluição sonora, provocados pelo excessivo uso de som alto. “Embora o som não se acumule no meio ambiente, causa danos à saúde do ser humano”, esclareceu.

Taborelli disse que infelizmente é grande o número de ocorrências, causadas por brigas de vizinhos. “Não existe poluição sonora somente nas ruas. É comum em residências. Instrumentos musicais, eletrodomésticos, aparelhos de TV e som são os vilões das brigas que muitas das vezes acabam em homicídio, aumentando os índices de violência”, apontou Taborelli.

O parlamentar afirmou não ser contra festas e eventos em Várzea Grande. O que Taborelli defende é o cumprimento da legislação. “Nosso objetivo não é acabar com as festas, e sim que se enquadrem na lei e cumpram a legislação. Queremos festas com segurança”.

O vereador por Várzea Grande, Pedro Paulo Tolares (SD), popular Pedrinho, parabenizou o presidente da Comissão de Segurança Pública, pela iniciativa. “Somos parceiros nessa luta, é uma causa salutar, e deve ser levada a diante. A população várzea-grandense pode contar com meu trabalho”, declarou.

Pedrinho compartilha da mesma opinião de Taborelli. “Não sou contra festas. Sou a favor de festas desde que haja rigor na segurança. Vamos cobrar para que os órgãos fiscalizadores cumpram seu papel”.

Para o comandante da Regional II da Polícia Militar no município, coronel Sérgio Coneza, a sociedade precisa fazer o papel fiscalizador e cobrar das autoridades delegadas. “Quem tem voz é o povo, nós somos apenas autoridades delegadas e constituídas”.

Coneza ainda parabenizou as pessoas que compareceram e cumpriram o papel delas enquanto sociedade.

De acordo com o comandante em junho 13 festas foram fechadas pela PM por falta do alvará e o descumprimento da legislação.

A secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Desenvolvimento Rural (Semmads), Helen Farias Ferreira, disse que esse debate enriquece as ações acordadas na Lei do Silêncio que vem sendo cumprida rigorosamente pela pasta. “Temos equipes nas ruas, principalmente nos finais de semana. Estamos ampliando a presença dos nossos fiscais ambientais por toda cidade”, apontou.

A vereadora Sumaia Leite (SD), ressaltou que esse debate não é para condenar os promotores de eventos e proprietários de casas de shows e sim para alertá-los da importância do cumprimento da lei. Ainda de acordo com a vereadora o município sozinho não da conta de aplicar a lei. “Infelizmente nosso município não estrutura básica para colocar em prática a legislação. Neste caso precisamos de forças que aporte conosco nessa luta. Nesse caso o deputado coronel Taborelli será fundamental para nossa cidade”, afirmou Sumaia.

O debate foi ainda mais enriquecido com a participação dos várzea-grandenses que na sua maioria apoiam a medida. 

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