O Sucesso Técnico da Petrobras, a Força do Pré-Sal e o Despeito dos Entreguistas

REPASSANDO E LEMBRANDO QUE O NOME DO PORTA-VOZ DO ENTREGUISMO É O SENADOR JOSÉ SERRA (PSDB-SP), COM SEU FUNESTO PROJETO JÁ EM TRÂMITE NA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA DO SENADO, PARA QUE A PETROBRAS DEIXE DE SER A OPERADORA EXCLUSIVA DO PRÉ-SAL.

Esse senador, derrotado duas vezes como candidato a presidente da República, é o mesmo que batia sem parar o martelo das privatizações na era da famigerada “PRIVATARIA TUCANA”, com destaque para a Vale, que foi vendida por R$ 3 bilhões e passou a valer R$ 100 bilhões apenas um ano depois.

Esse Serra é aquele da bolinha de papel que um manifestante jogou sobre sua careca na campanha presidencial de 2010. Ele simulou um desmaio, foi parar em um hospital, o porreta do médico emitiu um laudo fajuto, e o Partido da Imprensa Golpista (PIG), que também é tão entreguista quanto ele, fez o maior espalhafato, divulgando a notícia de que o candidato do PSDB-DEM havia sofrido um atentado.

José Serra morou muito tempo no Chile, é casado com uma chilena. Ele deveria ter aprendido a lição. O goleiro Rojas da seleção chilena de futebol fez idêntica simulação no Maracanã, nas eliminatórias da Copa do Mundo de 1990. Uma moça jogou um foguete sinalizador no gramado, o goleiro chileno caiu e outro chileno lhe deu um corte na cabeça com um estilete. Foi muito sangue, toda a equipe do Chile carregando nos braços o “herói” ensanguentado. Desmascarada, a seleção chilena ficou impedida de participar da Copa do Mundo duas vezes seguidas.

A equipe chilena atual é boa de bola, e tem melhorado muito, mas ainda guarda o ranço, o complexo de inferioridade. Está bem que foi no jogo contra a Colômbia que Neymar ficou inutilizado, e Tiago Silva foi incorretamente punido pelo juizinho encomendado, do que resultou o desmantelamento da equipe brasileira na semifinal contra a Alemanha, quando o Brasil (e toda a América Latina) sofreu sua maior humilhação nos campos de futebol, mas um chileno deu um tostão em Neymar pelas costas, deixando-o machucado para o jogo seguinte.

É assim, chilenos, colombianos e outros “hermanos” não aprendem nunca que a melhor maneira de tomar as riquezas de um povo (no caso “el pueblo de la America Latina”) é semear a discórdia entre países de determinada região, dividir o povo, ou seja, DIVIDIR PARA CONQUISTAR. Foi assim que os espanhóis fizeram com os Astecas, Maias, Incas.

Aqui não falta gente como José Serra, FHC, Aécio Neves, o PSDB-DEM-PIG, magistrados, manifestantes com diversas máscaras para ajudar os flibusteiros.

Que venham então os chineses! A China precisa de petróleo no presente e no futuro, e não é boba de ficar na dependência da aliança dos anglo-saxões com os reis e emires da península arábica (onde não existem direitos humanos). A China tem muito dinheiro, não para de crescer vertiginosamente, não tem dívida de quase 20 trilhões de dólares como os Estados Unidos. Aliás, a China não tem dívida. Não demora e sua moeda vai circular pelo mundo, começando pelo extremo oriente. O Brasil tem petróleo, e do bom. A Petrobras não vai entregar o pré-sal e não vai quebrar, não, seu Serra, seu Ricardo Ferraço!

Os entreguistas, e mais especialmente, o “Zoião” (vejam como os olhos dele são grandes), estão cuspindo fogo com o aporte chinês de US$ 3,5 bilhões à Petrobras. E vem mais grana ainda. O BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) já é uma força poderosa no planeta. Te cuida, Tio Sam, porque não vejo como tu conseguirás pagar tua dívida, e não podes continuar cobrindo tua GASTANÇA (gastança é isso aí, dona Míriam Leitão, e não o dinheiro que o governo do PT tem injetado na economia para superar os desastrosos efeitos da crise mundial de 2008 em todos os quadrantes, e nos programas sociais) emitindo dólares em cédulas e títulos. Desse jeito teu dólar fica FURADO. E um dia a casa cai.

Boanerges de Castro

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De: Marcos Maurílio de Oliveira
Data: 2 de abril de 2015 09:54
Assunto: Fwd: O Sucesso Técnico da Petrobras, a Força do Pré-Sal e o Despeito dos Entreguistas (Milton)
Para:

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Marcos Maurílio de Oliveira
Data: 2 de abril de 2015 09:53
Assunto: Fwd: O Sucesso Técnico da Petrobras, a Força do Pré-Sal e o Despeito dos Entreguistas (Milton)
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Prezado Milton, veja a que ponto chega a sordidez da dissimulação desses
entreguistas que, a pretexto de aliviar os pesados investimentos que a PETROBRÁS, obrigatoriamente, terá que fazer para aumentar a produção de
petróleo na área do Pré-Sal, defendem, cinicamente, a participação de
petroleiras internacionais nesse verdadeiro filé, com que a mãe natureza, prodigamente, nos presenteou! A sutileza dessa artimanha é a configuração
precisa do crime de lesa-pátria, que nos cumpre abjurar de todas as formas,
que estiverem ao nosso alcance! Abraços, Marcos.
———- Mensagem encaminhada ———-
De: José Milton Bertoco
Data: 2 de abril de 2015 07:59
Assunto: O Sucesso Técnico da Petrobras, a Força do Pré-Sal e o Despeito dos Entreguistas (Milton)
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O sucesso técnico da Petrobras, a força do pré-sal e o despeito dos entreguistas

1 de abril de 2015 | 22:36 Autor: Fernando Brito

presal25mil01

Não sei se foi buscar lã e saiu tosquiada, mas o fato é que a Folha, hoje, acaba sendo forçada – claro que com uma série de senões – a reconhecer o extraordinário sucesso da Petrobras na exploração do óleo do pré-sal brasileiro.

O moto é o de que a Petrobras estaria “economizando” em investimento pelo fato de os poços do pré-sal serem mais produtivos que o esperado.

O que se previa produzindo 15 mil barris por dia por poço, em média, produz, hoje, 25 mil barris por poço a cada 24 horas.

Isso é uma monstruosidade: no Mar do Norte, a média é 15 mil barris de petróleo por poço/dia e, no Golfo do México, são 10 mil barris de petróleo por poço/dia.

No campo de Lula um poço produz tanto quanto um do Mar do Norte e outro do Golfo do México, somados. Alguns poços do pré-sal chegam, entre óleo e gás, a 45 mil barris por dia de média e o primeiro teste de produção de Libra espera rendimento de 50 mil barris diários.

É meia-verdade, no curto prazo, a economia.

É óbvio que um poço que produz quase o dobro é mais lucrativo. Mas também exige mais equipamentos processar e armazenar, para transporte, esta quantidade maior de óleo.

Um navio-plataforma com capacidade de processar 120 mil barris diários abrangeria oito ou nove poços produtores e mais outros tantos, ou quase tantos, para injetar água e produzir a pressão que fizesse jorrar o petróleo nos poços produtores.

Isso aconteceu, por exemplo, com o navio-plataforma Cidade de Angra dos Reis, no campo de Lula. Era previsto que ela atingisse sua capacidade, de 100 mil barris por dia, por meio de seis poços. Mas foram necessários apenas quatro, cada um produzindo cerca de 24 mil barris por dia, para chegar à marca.

Com um produção por poço quase dobrada, passam a ser necessários outros navios-plataforma e isso entra no terreno das variações possíveis na exploração, sobretudo quando se trata de jazidas de grande extensão e acumulação. Porque o petróleo não fica numa “piscina” subterrânea de perfeita comunicação entre um trecho e outro, mas impregnado em rocha porosa e um poço não pode “chupar” o óleo contido em formações mais distantes: é necessário, mesmo, uma “teia” de “espetadas” para aproveitamento integral da parte recuperável daquela reserva.

É por isso que a Petrobras está enfiada em exigências imensas de investimento e não por “imprudência” gerencial.

O que está colocado diante da Petrobras não é investir modestamente: é investir pesado ou entregar o petróleo.

É simples assim: quem defende uma redução dos investimentos da Petrobras além de um certo ponto, o da viabilidade econômica de manterem-se reservas identificadas sem explorá-las, defende a entrega destas jazidas às petroleiras internacionais.

Vêm daí as pressões pelo estrangulamento financeiro da Petrobras, mas que não será fácil.

Como fez hoje a China, há no mundo sempre alguém para negociar créditos a uma empresa que está sentada sobre as maiores jazidas de petróleo recentemente descobertas, para que ela não tenha, simplesmente, de permanecer sentada e inerte.

É por isso que, como você vê na matéria da Folha, a indústria petroleira quer, tão boazinha, “aliviar” a Petrobras de ter de fazer investimentos tão pesados.

São bonzinhos, muito bonzinhos…

Fonte: http://tijolaco.com.br/blog/?p=26031

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