Em 1 ano UNIVAG atendeu 427 dependentes químicos em projeto social

Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG) através do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) e parceria com Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) realiza há um ano o projeto social ‘Justiça em Estações Terapêuticas’ que visa a ressocialização de dependentes químicos em tratamento. Já somam cerca de 427 atendimentos, nos quais alunos supervisionados por professores tem a oportunidade de desenvolver na prática o que aprendem em sala de aula.

‘Justiça em Estações Terapêuticas’ atende dependentes químicos com processos através da restauração e prevenção, bem como formação humanística, por meio de ações como: encaminhamento para fornecimento de medicação, para tratamento psicoterapêutico, assistencial (cursos técnicos / profissionalizantes), para atendimento ambulatorial, para internação, encaminhamento dos filhos para escolas, encaminhamento junto à rede de facilitação da casa própria, entre outras ações.

Podem usufruir desse serviço pessoas enviadas pelo Juizado Especial Criminal Unificado de Várzea Grande ou moradores do município. Os participantes devem comprovar renda de até três salários mínimos. A partir disso, passa pela triagem com alunos e professores dos cursos de Serviço Social e Psicologia, para que seja identificado o tratamento necessário.

Ao todo 514 alunos do curso de Direito estão no estágio supervisionado no Núcleo de Práticas Jurídicas no campus ou no Tribunal Regional do Trabalho em Cuiabá.

Para cada caso do projeto, o professor supervisor monta grupos com alunos de Direito, Serviço Social e Psicologia para acompanhamento e resolução de problemas.

O coordenador do NPJ, professor Marcel Alexandre Lopes diz que o objetivo é apresentar soluções para cada caso atendido pelo projeto ‘Justiça em Estações Terapêuticas’. “É uma iniciativa de extrema importância da instituição em parceria com órgãos competentes, uma vez que não se preocupa somente em punir e sim em investigar, assistir socialmente e encontrar soluções para que esta pessoa não passe por isso de novo”.

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