Divisas territoriais dos municípios é tema de audiência pública na AL

13/06/2015 – O evento será para apresentar os trabalhos realizados pela comissão e projetar novas etapas de trabalho.

próxima segunda-feira (15.6), a Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades realizará a primeira audiência pública na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O evento acontecerá no auditório Milton Figueiredo, às 14 horas, com o objetivo de apresentar os trabalhos realizados pela comissão e projetar as novas etapas de trabalho.

A audiência contará com a participação da equipe técnica da Secretaria de Planejamento de Mato Grosso (Seplan) que deverá, no primeiro momento, expor os resultados das últimas etapas executadas e depois apontar as novas propostas de resolução das inconsistências territoriais diagnosticadas, o que decidirá os novos delineamentos dos trabalhos do grupo.

Segundo o presidente da comissão, deputado Ondanir Bortolini (PR)-Nininho, a audiência se faz necessária visto que o estado sofre dificuldades administrativas. “Este estudo foi realizado em muitos municípios, onde os limites territoriais não são claramente definidos. Esta audiência é para podermos tornar pública essa discussão e decidir a melhor forma para se tratar isso”, afirma o presidente Nininho.

Os municípios tratado nesta primeira etapa são: Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio do Leverger, Nossa Senhora do Livramento, Barão de Melgaço, Acorizal, Jangada, Poconé, Cáceres, Porto Estrela, Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Jaciara, Juscimeira, Rondonópolis e Itiquira.

De acordo com o prefeito de Campo Verde, Fábio Schroeter, a comissão de revisão territorial é importante, pois traz benefícios diretos à população. “Os cidadãos deve ser o foco deste trabalho para que as comunidades saibam a quem recorrer e sejam melhores atendidas”, reforça Schroeter.

A comissão convidou representantes do Poder Executivo, Ministério Público do Estado (MPE), Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), além de prefeitos e vereadores dos 17 municípios que compõe o bloco prioritário e que fazem parte desta fase.FONTE ALMT

 

 

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