• 28 de novembro de 2021

Deputado Taborelli explica saída da CPI do VLT

13/03/2015 – Após não concordar com a participação da deputada Janaína Riva (PSD) e do deputado Mauro Savi (PR) na composição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que vai apurar eventuais irregularidades nas obras de Mobilidade Urbana da Copa do Mundo, em Cuiabá e Várzea Grande, O deputado estadual Pery Taborelli (PV), anunciou sua saída.

Taborelli argumentou que Janaína tem interesses na condução das investigações, já que é filha do ex-deputado e presidente da Assembleia Legislativa, José Riva (PSD). “Ela tem interesses em barrar a criminalização de autoridades políticas ligadas ao então presidente José Riva. Acredito que a presença dela pode prejudicar nas investigações”, discursou.

O parlamentar também foi contrário a indicação do deputado Mauro Savi para a relatoria. Pery alega que Savi foi deputado na legislatura passada acompanhou todos os processos das obras da Copa e nunca se manifestou para investigar os supostos desvios na época. “E agora quer ser relator?”, questionou.

Taborelli acredita que foi vítima de uma manobra política por parte do grupo da situação de 14 deputados a qual faz parte. “Fui traído pelos meus colegas parlamentares. Uma vez que já havíamos entrado em um consenso de que seria Oscar Bezerra (PSB) presidente e eu como relator”.

Avaliando os últimos acontecimentos o deputado chegou à conclusão de que Janaína Riva nunca teve intenção de permanecer na CPI. “Sabendo que não seria moral ela entrou apenas para ter o poder de voto para indicar quem a interessava, no caso o deputado Mauro Savi”, explicou.

Segundo Pery Taborelli quem perde com essa manobra é a sociedade. “Faço um chamamento à sociedade para acompanhar e cobrar os resultados dessa CPI. Estou de fora, porém, vou acompanhar e cobrar para que todos os envolvidos sejam investigados, e tendo provas de que são culpados sejam entregues a justiça”.

Durante seu pronunciamento Taborelli disse que a sociedade quer mudanças e transparência. “Essa esperança não pode ser abalada. Enquanto esses rombos ficam impunes quem paga é o cidadão que sofre com a falta de segurança, educação e serviços essenciais de saúde”, alegou Taborelli. POR ASSESSORIA

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