• 4 de março de 2021

Coordenadores se reúnem para alinhar projetos

Representantes das 13 coordenadorias (incluindo a Corregedoria-Geral da Justiça) que compõem o Tribunal de Justiça de Mato Grosso reuniram-se nesta terça-feira (31 de março) com o presidente do TJMT, desembargador Paulo da Cunha, para verificar como estão os projetos que fazem parte do Planejamento Estratégico que irão nortear as ações do Judiciário Mato-grossense para os próximos seis anos. Nesta reunião, foram alinhados os projetos que fazem parte da atual gestão (biênio 2015/2016).

“Nós fizemos hoje a primeira reunião dos projetos estratégicos. O Escritório de Projetos, ligado à Coordenadoria de Planejamento (Coplan), impulsionou este encontro para saber como anda cada projeto estratégico, que estágio cada um está. Quando iniciamos esta gestão foi definida data para os coordenadores e gestores de projetos entregaram o que foi planejado. Muitos deles já fizeram. Quem por ventura ainda não fez, agora nesta etapa nós vamos alinhar e, na medida do possível, estabelecer um novo cronograma”, explica Flávio de Paiva Pinto, diretor de Planejamento da Coplan.

Ele explica que o Planejamento Estratégico foi pensado para seis anos. Para facilitar a execução eles foram divididos em ondas, cada uma de dois anos, justamente para coincidir com os dois anos de cada gestão. “Temos projetos relacionados a essa primeira onda, que corresponde à gestão 2015/2016. Ao longo dos outros quatro anos teremos projetos novos e projetos em andamento”.

Ao pensar no planejamento, a proposta da administração foi criar projetos que pudessem iniciar e terminar nesta primeira onda. Para isso, foi agrupado o maior número possível de projetos. “A boa doutrina diz que se uma organização tiver mais de 10 projetos para executar é difícil fazer o controle. A intenção era diminuir a quantidade de projetos estratégicos, os 34 aprovados para os seis anos ainda é um número considerável, mas factível para este período. Na primeira onda teremos algo em torno de 14 projetos, na segunda entre 14 e 15 e, na última de 6 a 7 a serem iniciados”, ressalta o diretor da Coplan.

Para o presidente Paulo da Cunha, a reunião com os coordenadores é de vital importância para que todos tomem conhecimento de como andam os projetos de cada área. “Considero esta reunião muito importante, primeiro porque nós tomamos conhecimento dos projetos que já deveriam estar prontos, acabados e entregues, e que ainda estão pendentes. Segundo, para ver porque estes projetos não estão andando e buscar resolver. Temos que desburocratizar a máquina pública. Não podemos ficar a mercê da burocracia, esperando que as coisas cheguem até a nossa mesa. Se não chegou devemos ir atrás, ver o que está acontecendo, porque o serviço público tem que andar, a exemplo da iniciativa privada”.

Algumas coordenadorias já estão com os projetos em andamento, como a Judiciária, onde de 11% a 15% dos projetos já estão em execução. “Temos 11% de andamento no projeto de redução de taxa de congestionamento da Segunda Instância e cerca de 15% no projeto de aprimoramento da prestação jurisdicional, também da Segunda Instância. São projetos que já vêm caminhando da gestão anterior, que nós temos todas as funcionalidades no webprojetc. Isso facilita a execução do projeto”, garante Mariely Carvalho Steinmetz, coordenadora em substituição da área Judiciária.

O coordenador da Secretaria da Corregedoria-Geral da Justiça, Lusanil Egues da Cruz, diz que a reunião entre as coordenadorias é imprescindível, pois nela todos os coordenadores expõem suas necessidades e dificuldades, para que todos caminhem de forma alinhada. “A Corregedoria tem 11 macro ações estratégicas e 83 ações para cumprir este planejamento maior. Pretendemos implementar estas ações ainda neste biênio. A Corregedoria tem como foco principal reduzir 15% do estoque processual na Primeira Instância e nós estamos engajados nas ações estratégicas para o cumprimento de todas as metas que foram estabelecidas, tanto pelo CNJ, quanto pela Corregedoria”.

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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