Atletas podem recorrer à hipnose clínica para a luta contra a depressão

17/08/2016 – A depressão é considerada o “mal do século”. A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que de 350 a 400 milhões de pessoas sofram de alguma forma de depressão. Isso representa algo em torno de 5% da população mundial. No Brasil, os números são mais significativos. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2013, apontam que 7,6% da população brasileira foi diagnosticada com depressão.

Recentemente, na Olímpiada do Rio de Janeiro, foram expostos casos de dois atletas que venceram a depressão e se tornaram medalhistas. É o caso da judoca Rafaela Silva (que ganhou o primeiro ouro do Brasil no Rio-2016) e do ginasta Diego Hipólito (que faturou medalha de prata). Em comum, falhas de outras competições foram determinantes para desencadear a doença. Para o professor em hipnose, Alessandro Baitello, que é também presidente e fundador da Rede Clínica da Hipnose, a hipnose clínica é uma importante aliada no tratamento.

“A depressão é uma doença com forte apelo emocional e pode acabar com a vida da pessoa se não for diagnosticada corretamente. A hipnose clínica pode ir na causa do problema e ressignificar a história. No caso desses atletas, é importante fazer um trabalho de reestruturação da autoestima para que eles se sintam capazes de competir e vencer novamente”, alerta Baitello.

Para essa reestruturação, o tratamento é feito em cinco sessões semanais, de uma hora de duração cada. “No transe hipnótico nós vamos até a causa da depressão, que pode ser uma queda ou uma falha técnica, e contamos ao inconsciente que esse problema não vai mais acontecer, que tudo vai transcorrer bem e que os objetivos serão alcançados novamente”, diz o presidente.

A hipnose clínica serve também para destravar os possíveis bloqueios que esses atletas podem ter adquirido com a depressão. “Mostramos que ele é capaz de realizar a apresentação, sem sentir medo de cair ou perder. Podemos ainda ‘implantar’ comandos como, por exemplo, olhar fixamente para um ponto quando estiver se apresentando ou competindo, para que o atleta fique extremamente concentrado e sem se distrair com fatores externos”, finaliza o professor Baitello.

 

Sobre a Rede Clínica da Hipnose

Em 2000, o professor Alessandro Baitello se apaixonou pela hipnose e pelos benefícios que essa terapia breve proporcionava às pessoas e decidiu se especializar na Hipnoterapia. Após anos de atendimento e palestras sobre o tema, o hipnoterapeuta fundou a Rede Clínica da Hipnose, em 2013. Atualmente, a Rede Clínica da Hipnose é formada por hipnoterapeutas naturais, psicólogos hipnoterapeutas e médicos consultores. A rede ainda possui método próprio, detém as mais variadas técnicas de hipnoterapia utilizadas no mundo e é referência em hipnose clínica científica no Brasil. São mais de 5 mil pacientes com 93% de sucesso, muitos deles encaminhados por médicos e psicólogos para complementar seus tratamentos. Em 2015, a Rede Clínica da Hipnose iniciou seu processo de expansão. Hoje, a Rede conta com clínicas em São Paulo, Campinas, Santos, São José dos Campos, São Bernardo do Campo, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro. Além de ter iniciado o plano de expansão por todo o Brasil por meio do sistema de franchising. Mais informações sobre a hipnose clínica e também sobre as unidades da Clínica da Hipnose podem ser obtidas no site www.redeclinicadahipnose.com.br, no facebook www.facebook.com/redeclinicadahipnose, no instagram clinicadahipnose.oficial ou pelo telefone da central nacional de atendimento 4020-0229.

 

Por: Carla Italia, Marco Paulo e Edmir Nogueira

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