19/05/2016 – Sindicato diz que parlamentares fez claro descaso para com a categorias que englobam a base do Fórum

Parece que o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Wilson Santos (PSDB), não entendeu a tarefa que foi designada ao grupo de 12 parlamentares na última terça (17.05) pelos representantes do Fórum Sindical. A ideia aprovada é que o grupo elaborasse uma proposta de pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) para ser levado ao governador Pedro Taques amanhã (20.05). Antes disso a proposta ia passar pelo crivo do Fórum Sindical na manhã desta quinta-feira (19.05). Contudo, conforme informou o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Agrícola, Agrário, Pecuário e Florestal do Estado de Mato Grosso (Sintap), Francisco Aurélio Pereira Borges, num claro descaso para com as categorias que englobam a base do Fórum, Santos, na reunião, apenas reafirmou o que já havia declarado a um jornal da Capital: não há como o governo pagar o RGA. Sem acreditar no que escutaram os líderes sindicais precisaram de três horas de reunião para convencer os demais parlamentares a fazer um proposta redigida pelas mãos de todos e que deve ser levada aos demais deputados na sessão desta quinta para depois ser apresentada a Taques.

Borges informou que a proposta feita na manhã desta quinta – praticamente tirada “à força” dos deputados – é que a comissão dos 12 vai apresentar ao chefe do Executivo que pague 7,5% na folha deste mês e 3,77% na de junho. Para garantir que a proposta seja entregue e haja pressão não será apenas o líder do governo que vai fazer a entrega no Palácio Paiaguás e sim os 12 líderes parlamentares. A expectativa é que, na próxima segunda (23.05), às 9h, a comissão já tenha a resposta governamental para apresentar aos represaentantes do Fórum Sindical na Assembleia Legislativa.

Dentro da proposta a ser apresentada a Taques, por sugestão do presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde e Meio Ambiente (Sisma), Oscarlino Alves, foi inserida a ideia de que o Legislativo, que, sabe-se, tem um determinado saldo de sobra em caixa, ‘empreste’ esse recurso ao Executivo para ajudar no pagamento da RGA e depois o Executivo pague ao Legislativo. Dessa forma todos ganham e o estado não para com uma greve geral onde algumas categorias já aprovaram o indicativo para dia 24 de maio.

Da Redação Sid Silva

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